Grupos importantes da cadeia produtiva da soja anunciaram que deixarão de participar da moratória que impedia o uso de novas áreas na Amazônia, acordo que vigorava há quase 20 anos visando reduzir o desmatamento.
Especialistas advertiram que a saída pode resultar em pressão adicional sobre áreas remanescentes de vegetação nativa, mesmo que haja proibição de comprar soja de áreas ilegalmente desmatadas.
Organizações ambientalistas também alertaram que a medida pode dificultar o cumprimento das metas ambientais do país e elevar as emissões de gases de efeito estufa.
