
Cerimônia realizada na terça (14), na Fundação Cesgranrio, no Rio de Janeiro, consagrou a artista de Araraquara (SP). Outros 12 membros também foram nomeados imortais.
Cantora, compositora, atriz, artista visual, empresária, produtora e, agora, imortal na Academia Brasileira de Cultura (ABC): essa é Liniker, mulher preta trans, nascida em Araraquara (SP). Ela é a primeira artista travesti a ser admitida no ‘seleto grupo’.
Cantora, compositora, atriz, artista visual, empresária, produtora e, agora, imortal na Academia Brasileira de Cultura (ABC): essa é Liniker, mulher preta trans, nascida em Araraquara (SP). Ela é a primeira artista travesti a ser admitida no ‘seleto grupo’.
“Estar em pé no Brasil, sendo uma travesti preta, é muito difícil. Ser a primeira vez que uma travesti é empossada na Academia Brasileira de Cultura é muito importante e é fundamental para a cultura do nosso país, que abre esse mapa de diversidade, esse mapa de excelência, porque, sim, somos excelentes”, disse no discurso após a posse.
